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"Não és Beckett, não és nada"
Publicado a 21//2009 por Jürgen Meister em Cinema & Teatro 0O Teatro do Azeite apresenta a peça inspirada em Samuel Beckett intitulada "Não és Beckett, não és nada". Estará em cena até 27 de Setembro, no Teatro da Comuna. Em 2009, assinalando os 20 anos do falecimento de Samuel Beckett (1906-1989), e, curiosamente, os 50 anos da estreia portuguesa de "À espera de Godot" (ocorrida em Abril de 1959, no Teatro da Trindade, com encenação de Ribeirinho) o Teatro do Azeite irá leva à cena este texto nunca antes representado, numa versão nova que o autor destinou para o colectivo (e com o qual irá colaborar em situação interactiva durante o processo de ensaios), agora com o título "Não és Beckett, não és nada" (ou Espera apócrifa reloaded), que será publicada pela editora Apenaslivros, no momento da respectiva estreia cénica no Teatro da Comuna. O espectáculo resulta de uma encenação colectiva dos quatro intérpretes, sob a direcção artística de Carlos Malvarez, tendo como ponto de partida a desconstrução de elementos do universo evocado de Beckett, através de uma partitura dramática, em que se explorará os tempos de comédia alternando com momentos dramáticos, onde a fronteira entre o riso e a emoção dramática é quase imperceptível, tendo como denominador comum o poder catártico da acção. Ficha Técnica:Texto: Armando Nascimento Rosa Direcção Artística: Carlos Malvarez Cenografia, Figurinos e Desenho de Luz: Hugo F. Matos Produção Musical do Tema "A Chuva na Cidade": João Cágado Operador técnico: Luís Tostas Design Gráfico: Paulo Lopes Produção: Salomé Ângelo Mais informações em www.teatrodoazeite.blogspot.com O Queer Lisboa 13, Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa tem início na próxima sexta-feira, dia 18 de Setembro, no Cinema São Jorge, pelas 21h00. Ainda vamos a tempo! Demo é um musical made in Teatro Praga, de inspiração indiana e influenciado pelas teorias utilitárias do filósofo Peter Singer. Até 2 de Agosto, no Teatro São Luiz, em Lisboa. De Profundis é uma fantasia musical a óleo pois é a primeira longa-metragem de animação que utiliza como base pinturas a óleo, acompanhadas da música composta por Nani Garcia e interpretada pela Orquestra Sinfónica da Galiza. |